Aconselhamos um passeio pela aldeia das “casas baixas”, onde se destacam as fachadas das casas decoradas com baixos-relevos, com os poiais no exterior e a decoração de algumas chaminés. Mas são as pessoas e as tradições pegachas que marcam.
O falar típico, os trajes e as modas folclóricas, o fandango, as artes e ofícios e as devoções religiosas, e a gastronomia típica – miga carvoeira, bucho e tripa, fazem as delícias dos visitantes. Sinta a paixão deste povo e tal como escreve José Luis Peixoto “… casas baixas que ganham valor nos grandes sacrifícios do povo, no amor do povo, que é o mais ilimitado que existe.”
Se vier ao Pego numa quarta-feira, não deixe de participar nas tradicionais quartas-feiras do Petisco.
Diz a tradição que era ao sábado que se matava o porco e em comunidade as pessoas comiam-no, geralmente grelhado, aproveitando ao máximo a sua parte comestível.
Atualmente, uma vez que é obrigatório o abate dos animais no matador, já não se assiste à matança, mas o Pego continua a ser um local de encontro à quarta-feira para saborear os petiscos característicos, nas diversas tasquinhas que ainda existem.


