No Vale do Ocreza, uma das escassas zonas do complexo rupestre do Tejo que não foi submersa pela barragem do Fratel, foram registadas e desenhadas cerca de trinta rochas com gravuras. Podem ser encontradas em dois núcleos: um junto à barragem da Pracana e outro próximo da Foz do rio Ocreza. As gravuras devem remontar ao período do Paleolítico ou ao Neolítico / Calcolítico (acompanhando a expansão do megalitismo e do agro-pastoralismo).